#DIADEMILA

Milena imaizumi

Profissional de educação física e fisioterapeuta.Especialista em Fisiologia do Exercício e Fisioterapia Desportiva.
Desde de 1997 atuo como personal trainer em ginástica corretiva postural. A partir de 2006, como fisioterapeuta na área de urologia e obstetrícia, disfunções de ATM (mandíbula), músculo esqueléticas (ortopédicas). Trabalho com orientação e conscientização da importância da saúde do homem, da mulher e de atletas relativo a musculatura e afecções. Profissional especializada em distúrbios temporomandibular, pos cirurgias ortognaticas e orofaciais.
As principais técnicas utilizadas são GDS, maitland, mobilização neural, RPG e pilates clínico e moderno.
Atendimento no consultório LIV.

fisioterapia

A Fisioterapia é uma ciência tão antiga quanto o homem. Surgiu com as primeiras tentativas dos ancestrais de diminuir uma dor esfregando o local dolorido e evoluiu ao longo do tempo com a sofisticação, principalmente, das técnicas de exercícios terapêuticos. A Fisioterapia como profissão nasceu em meados do século XX, quando as duas guerras mundiais causaram um grande número de lesões e ferimentos graves que necessitavam de uma abordagem de reabilitação para reinserir as pessoas afetadas novamente em uma vida ativa. Inicialmente executada por voluntários nos campos de batalha, a Fisioterapia acompanhou as grandes mudanças e transformações do século XX e os profissionais que a desempenhavam souberam agregar novas descobertas e técnicas às suas práticas, sofisticando e desenvolvendo uma ciência própria e um campo específico de atuação, independente das outras áreas da saúde. Ainda uma ciência em construção, os paradigmas da profissão se encontram abertos e em franca evolução, sempre em busca de mais conhecimento cientifico, revertendo-o em prol da comunidade. No Brasil, a Fisioterapia iniciou-se dentro da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, em 1929, mas foi só em 1951 que foi criado o primeiro curso para formação de fisioterapeutas, na época denominados técnicos, com duração de um ano. Em 1959 foi criada a Associação Brasileira de Fisioterapeutas (ABF), que se filiou a WCPT (World Confederation for Physical Therapy), cujo objetivo era buscar o amparo técnico-científico e sócio-cultural para o desenvolvimento da profissão. Somente no dia 13 de outubro de 1969, a profissão adquiriu seus direitos, por meio do Decreto-lei nº 938/69, no qual a Fisioterapia foi reconhecida como um curso de nível superior e definitivamente regulamentada.

Educação Física

Todos os profissionais habilitados são Profissionais de Educação Física. É esse título que define a inserção no mercado de trabalho e os reúne em uma determinada categoria

Após 20 anos da regulamentação da profissão, das constantes lutas pela valorização e do reconhecimento social do Profissional de Educação Física como responsável pela orientação e prescrição de exercícios físicos, atividades físicas e esporte, o Sistema CONFEF/CREFs caminha rumo à sua consolidação.

Nessas duas décadas, em todos os segmentos da intervenção profissional, os avanços científicos, culturais e éticos foram muitos e, sem dúvida, a Educação Física alcançou um novo patamar de profissionalização.

Nesse contexto, iniciativas e propostas de lei, assim como decisões judiciais surgidas durante essas duas décadas, tanto podem ser contabilizadas como avanços e conquistas para a área como podem ser lidas como entraves no curso da história de sucesso da profissionalização da Educação Física brasileira. Situação que reflete a dinâmica da sociedade contemporânea e que lida com interesses e percepções nem sempre convergentes.

Na constituição da Educação Física como profissão regulamentada, a realidade impõe também a reflexão sobre alguns pontos e ações que podem contribuir para a consolidação profissional da área e do próprio Sistema CONFEF/CREFs. Entre esses pontos, ressalta-se a exigência de atuação qualificada, competente e segura dos seus profissionais. É essa, sem dúvida, a principal estratégia para os 450 mil profissionais se afirmarem como categoria profissional comprometida e necessária ao desenvolvimento do país. Registra-se que todos os profissionais habilitados são Profissionais de Educação Física e, assim, devem se auto denominar. A titulação obtida em nível de especialização, que lhes garante a inserção em uma determinada especialidade profissional, ou a expertise adquirida em uma das diferentes intervenções da área, não substitui o título conquistado na graduação. É esse título que define a inserção no mercado de trabalho e reúne todos os profissionais em uma determinada categoria.

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